Nos dias 23 e 24 de Novembro de 2009 acontecerá em São Paulo a Primeira Conferência Web organizada pela W3C Brasil. A W3C é um consórcio internacional que tem como objetivo aproveitar todo potencial da web, criando padrões e especificações, como HTML, XHTML, XML, CSS, PNG, etc.
O objetivo da conferência é discutir os padrões e novidades da web e sua influência perante a sociedade. Trata-se de um evento indispensável para os desenvolvedores e amantes da web. Se você tem algum case ou deseja ser palestrante, já está no ar a chamada de trabalhos, onde você poderá enviar sua proposta.
O evento acontecerá no Blue Three Towers do bairro do Brooklin em São Paulo. As inscrições ainda não estão abertas, mas você poderá acompanhar as novidades seguindo o perfil oficial no Twitter ou se inscrever no grupo do Facebook.
O que: Primeira Conferência Web W3C Brasil
Onde: Blue Three Towers – Brooklin – São Paulo/SP
Quando: 23 e 24 de Novembro de 2009
Informações: http://conferenciaweb.w3c.br/
Apesar de ter alguns espaços neste blog reservados à publicidade, o que ganho com isto não é o suficiente para viver, mas consigo pagar todos os custos de hospedagens e ajuda na participação de alguns viagens e eventos relacionados a internet. Não é muito, mas é uma graninha que aparece na minha conta de vez em quando.
Tenho feito testes com alguns sistemas de afiliados, como Google Ad Sense, Submarino e Lomadee, este último é uma melhoria do programa de afiliados do Buscapé e Bondfaro. A receita maior vem sempre dos dois últimos, o Google AdSense é interessante, mas demora um certo tempo para ver algum dinheiro na conta, além de ter todo desconforto de precisar ir ao banco para fazer câmbio.
Todos os sitemas de monetização liberam um código JavaScript onde é necessário inserir nos locais adequados do blog, onde quer que apareça. Nestas mudanças de código, já cometi alguns erros como esquecer de fechar <div> e o banner ficar todo torto na página do blog, ou então ficar em um tamanho desproporcional ao espaço que lhe foi delimitado.
Para evitar estes erros e tornar o gerenciamento de banners mais fácil, resolvi testar o OpenX, que é um gerenciador de banners escrito em PHP, que possui uma versão “hosted”, ou seja você pode utilizar uma versão compartilhada e administrada pela equipe do OpenX ou baixar o código fonte e instalar e administrar seu próprio “Ad Server”.
A grande vantagem é facilitar o gerenciamento de banners, inclusive para sistema de afiliados como Google Ad Sense, Submarino, Lomadee, entre outros. Depois de ter criado sua conta no hosted ou ter instalado sua própria versão, é necessário criar as “zonas”, que são áreas delimitadas que servirão banners. Cada zona tem suas características, como altura e largura dos banners que serão publicados, regras de exibição e controle de impressões/cliques. É possível servir seus próprios banners imagens ou utilizar o código JavaScript de terceiros (como no caso de programa de afiliados) para que sejam publicados nas zonas pré-estabelecidas.
O OpenX permite ter um controle maior sobre o que é publicado, assim como criar diversos relatórios de impressão e cliques. Além disto, permite dividir a mesma zona para vários sistemas de afiliados diferentes, por exemplo, em um único espaço, você pode dividir metade das impressões para o Submario e outra metade para o Lomadee ou Google Ad Sense. O critério de exibição você mesmo escolhe, que pode ser uma percentagem para cada um, número de exibições ou uma data para a publicação final dos banners.
Para saber mais, visite o site do OpenX em http://www.openx.org
Fica a dica!
Provavelmente o trabalho mais complicado de um desenvolvedor web é garantir que seu site seja compatível com os mais diversos navegadores. Bons desenvolvedores seguem essa prática e se contorcem de todas as maneiras possíveis para garantir o funcionamento de seus sites nos mais diversos navegadores.
A maioria dos problemas acontecem com o Internet Explorer. Nos dias de hoje, ainda é o mais utilizado, mas pesquisas mostram que o percentual de uso está caindo e os usuários estão descobrindo navegadores melhores e mais seguros. Dentro da família do IE, existe a versão 6, provavelmente o pior navegador já inventado. Estatísticas dizem que aproximadamente 35% dos usuários ainda utilizam essa versão, ou seja, não estão aproveitando todos os recursos da web e ainda por cima podem estar correndo sérios riscos de segurança. Esse navegador não suporta os recursos mais atuais de desenvolvimento (javascript) e possui sérias limitações, obrigando os desenvolvedores a perder tempo criando “workaround” e muitas vezes fazendo gambiarras em seus códigos.
Motivado por essa limitação, vários sites surgiram com o objetivo de alertar e incentivar seus usuários para a atualização ou troca de seu navegador por um melhor, como Firefox, Chrome, Opera ou Safari. Como entusiasta de internet e desenvolvedor, eu apoio essas campanhas e estou divulgando alguns links para que outros colegas também repliquem esses links e ajudem a acabar com essa aberração chamada Internet Explorer 6.
Nota do autor: Se você usa Internet Explorer 6, prefira utilizar algum navegador livre como o Firefox, além de excelente interface, funciona perfeitamente bem e respeita seus usuários.
Antes de mais nada, fax é um tipo de serviço que não está em moda nos dias de hoje, com o avanço da internet, o e-mail acaba sendo uma ferramenta muito mais rápida e eficiente, além de ser mais barata. Mas algumas empresas ainda utilizam fax e de vez em quando precisamos receber algum documento rapidamente e sempre vem aquela pergunta: “Qual seu número de fax?”.
Geralmente quando isso acontece, eu pergunto sobre a possibilidade de enviar o documento por e-mail. Algumas empresas enviam um PDF bonitinho e resolve o problema, mas outras ainda são dependentes de fax e as vezes até tentam ‘scanear’ o documento para enviar por e-mail, mas ao receber vem aquela imagem monstro, enorme e totalmente desformatada, que dificulta a impressão.
Na semana passada tive uma real necessidade de receber alguns documentos por fax e não tinha outra opção. Ou era por fax ou deveria esperar vários dias para receber o tal documento por carta convencional. Como estava com pressa, resolvi procurar na própria internet algum serviço que me permitisse receber fax com uma certa privacidade, já que eram documentos confidenciais. Já li vários relatos bem sucedidos de pessoas utilizando fax via web, mas eu nunca usei esse serviço. Se não encontrasse algum serviço satisfatório, o jeito seria procurar algum cyber café com fax, ir até o local e ficar aguardando a boa vontade da pessoa da outra ponta me enviar os documentos. Mas por sorte e algumas googleadas, consegui resolver tudo isso sem sair do home office.
O serviço que utilizei foi do Novofax. O que me chamou a atenção foi a possibilidade de escolher um número telefônico que será utilizado como seu fax virtual. O serviço disponibiliza número em vários DDDs diferentes, abrangendo uma boa parte do território nacional. Escolhi um DDD de São Paulo e logo no final cadastro o sistema informou qual será meu novo número de fax.
Outro ponto favorável do serviço são os tipo de planos. É possível escolher um plano de acordo com suas necessidades, basicamente é cobrado por número de páginas enviadas ou recebidas, no meu caso, contratei um plano de R$ 14,90 onde ganho um número virtual e 35 créditos, ou seja, posso enviar ou receber 35 páginas de fax dentro do período de um mês. Para receber fax, basta fornecer o número virtual e assim que um fax chegar, será convertido para algum formato de arquivo (imagem ou PDF) e encaminhado como anexo que chegará em seu e-mail. Escolhi a opção PDF, pois assim já ajusta ao tamanho de uma página A4 e fica mais fácil para imprimir.
Utilizei o serviço diversas vezes para receber, a qualidade é excelente e a impressão fica perfeita. Claro, isso depende muito da qualidade do fax da pessoa que está enviando. Ainda não testei o envio de fax, mas também é uma tarefa simples, basta enviar um e-mail no formato dddtelefone@novofax.com.br junto com um documento anexado (PDF, doc, e vários outros formatos) que o fax será enviado ao destinatário.
O único ponto negativo do serviço foi a demora para autorizar o pagamento via cartão de crédito. Como eu estava com pressa, gostaria de ter recebido a autorização no ato, mas levou 24 horas para autorizar o pagamento na operadora. Mas o funcionamento do serviço em si, até o presente momento me atendeu perfeitamente.
Fica uma dica!
Mais informações: http://www.novofax.com.br

Contra a censura
Não posso deixar de participar da campanha contra o projeto de lei do Senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG). Esse projeto é totalmente insesato, tem por objetivo fazer de você, leitor desse blog um possível criminoso digital. Faço das palavras de Marcelo Tas e Sérgio Amadeu, duas figuras que defendem a liberdade, as minhas próprias palavras.
Se você também não concorda com esse projeto de lei, criado por um senador que tenta esconder seus diversos processos por uso de caixa dois em campanhas, assine esse manifesto contra o projeto de lei de Eduardo Azeredo
Utiliza JQuery e Google Maps em seu site? Saiba que existe um plugin para o JQuery que permite trabalhar com o Google Maps de forma muito mais simples e rápida, no mesmo estilo de programação do JQuery.
O plugin é o JMaps, criado pelo mantenedor do Digital Spaghetti. Para quem conhece o JQuery, basta alguns minutos e já conseguirá utilizar o plugin e inserir mapas em páginas web de forma descomplicada. Excelente para desenvolver rapidamente uma aplicação simples de mapas. Possui recursos como plotar objetos no mapa, traçar polígonos, linhas e até mesmo adicionar AdSense em retângulos do mapa.
Veja um exemplo de uso:
jQuery(document).ready(function(){
jQuery(‘#map1′).jmap(‘init’, {‘mapType’:'hybrid’,'mapCenter’:[37.4419, -122.1419]});
jQuery(‘#address-submit-1′).click(function(){
jQuery(‘#map1′).jmap(‘SearchAddress’, {
‘query’: jQuery(‘#address’).val(),
‘returnType’: ‘getLocations’
}, function(result, options) {var valid = Mapifies.SearchCode(result.Status.code);
if (valid.success) {
jQuery.each(result.Placemark, function(i, point){
jQuery(‘#map1′).jmap(‘AddMarker’,{
‘pointLatLng’:[point.Point.coordinates[1], point.Point.coordinates[0]],
‘pointHTML’:point.address
});
});
} else {
jQuery(‘#address’).val(valid.message);
}
});
return false;
});
});
Mais informações: http://code.google.com/p/jmaps/

Discovery Channel Brasil
Quem me conhece sabe que não sou muito de assistir TV, mas me rendo totalmente a programas científicos e que tragam conhecimento. Por esse motivo, sou um telespectador assíduo da Discovery Channel e outros canais de sua rede (Animal Planet, Discovery Travel & Living, Home & Healthy e People & Arts).
A partir de amanhã, a Discovery Channel vai inaugurar (primeiro na internet, depois em documentários na TV) uma série inédita sobre a internet. Estou reproduzindo abaixo o release dessa série que promete ser muito especial:
A internet surgiu há pouco menos de 20 anos, mas se integrou tão rapidamente à vida das pessoas que para a grande maioria é impossível imaginar como seria pesquisar, pagar contas, enviar mensagens ou trabalhar sem ter acesso ao mundo virtual. Para desvendar como uma tecnologia desenvolvida por um pequeno grupo de estudantes alcançou relevância mundial em tão pouco tempo, o Discovery Channel produziu uma série de conteúdo inédito. O primeiro episódio de A INTERNET (DOWNLOAD: THE TRUE STORY OF THE INTERNET), terá estréia em 3 de setembro no site do Discovery Channel (www.discoverybrasil.com/internet), uma iniciativa inédita para o canal, pois nunca um conteúdo foi transmitido pela internet antes de ser veiculado no ar. A partir de quinta-feira, 11 de setembro, às 23h, a série começa a ser exibida a partir do primeiro episódio no Discovery Channel e apresentará desde a criação do primeiro sistema de navegação, passando pela concorrência acirrada entre os mecanismos de busca e comércio eletrônico, até os bastidores das bilionárias disputas de poder na Web.
A série é apresentada por John Heilemann, correspondente especial da revista Wired, uma das mais respeitadas do universo pontocom, além de ser amigo da maioria dos personagens mais importantes do Vale do Silício que se envolveram e contribuíram para o enorme sucesso da internet: fundadores de companhias online bem-sucedidas, como a eBay, Yahoo, Amazon, Netscape, Google e muitas outras. As histórias de como homens e mulheres se transformaram de nerds obcecados por computadores em visionários do século 21, produzindo incontáveis bilhões nesse processo, servem de pano de fundo para revelar como foi o início e o desenvolvimento de uma das maiores revoluções tecnológicas da atualidade.
Como um bom romance, A INTERNET também mostra as políticas de punhaladas nas costas, as batalhas envolvendo grandes corporações e governo, os momentos de pura genialidade e outros simplesmente hilariantes.
A seguir descrição de cada um dos quarto episódios que compõem a série.
A Guerra dos Navegadores
Estréia: 11 de setembro, às 23h. Reprise: domingo, 14 de setembro, às 19h.
Esta é a história de uma batalha épica entre a mais forte corporação dos Estados Unidos e um pequeno grupo de nerds que criou uma tecnologia revolucionária. A disputa envolveria o governo dos Estados Unidos, criaria bilhões de dólares em riquezas e mudaria a vida de todos – trata-se da guerra dos navegadores. A janela para o mundo da rede é o navegador – o simples software que permite aos usuários navegar pelo ciberespaço. Para muitos, o Internet Explorer é a opção mais óbvia, mas nem sempre esse foi o único navegador disponível. Após Sir Tim Berners-Lee ter inventado a rede, em 1991, essa corrida começou a direcionar as suas idéias para algo que tivesse um apelo popular universal. Um grupo de estudantes da Universidade de Illinois criou um navegador simples, porém atraente, chamado Mosaic. Sua ascensão meteórica aliada a uma atitude arrogante despertou o gigante adormecido do Vale do Silício – a Microsoft – desencadeando uma reação tão rápida e brutal que faria com que o governo dos Estados Unidos tivesse que intervir. Com relatos das equipes criadoras do Netscape e do Internet Explorer, John Heleimann mostra como um grupo de garotos com uma grande idéia quase desbancou a maior empresa de software do mundo.
A Pesquisa
Estréia: 18 de setembro, às 23h. Reprise: domingo, 21 de setembro, às 19h.
Quando Larry Page e Sergey Brin se voltaram para os problemas da utilização de mecanismos de buscas na internet, muitos não deram atenção. Afinal, o Yahoo havia aparentemente monopolizado o mercado com seu mecanismo de busca onipresente e parecia não existir a necessidade de mudar algo que funcionava bem. Mas os dois intelectuais estavam convencidos que tinham uma maneira melhor para que as pessoas encontrassem o que estavam procurando na então confusa internet. Isso marcou o nascimento do Google, que mudaria tudo. Ao invés de buscas, as pessoas faziam “Googles”. Mas até se transformarem na gigante atual, o desenvolvimento da empresa foi recheado de idéias brilhantes, de oportunidades perdidas e de uma maneira completamente nova de pensar os negócios.
eBay e Amazon
Estréia: 25 de setembro, às 23h. Reprise: domingo, 28 de setembro, às 19h.
Amazon e eBay, os dois titãs do moderno comércio eletrônico, são bem-sucedidos e também muito diferentes. Neste episódio, seus fundadores, Jeff Bezos e Pierre Omidyar, contam a história de como seus negócios cresceram do nada para o domínio da economia global e mudaram profundamente o modo de vida das pessoas. Quando Jeff Bezos apareceu pela primeira vez com a idéia do Amazon, ninguém acreditava que ela tivesse futuro. Já Pierre Omidyar concebeu o eBay como um hobby que vale hoje 45 bilhões de dólares. Por meio desses e de outros personagens, reviva o crescimento estratosférico da internet e como o mundo passou do desconhecimento total da internet para a super valorização de ações de qualquer companhia pontocom, não importando quão medíocre fosse o seu plano comercial.
O Futuro Digital – Estréia: 2 de outubro, às 23h. Reprise: domingo, 5 de outubro, às 19h.
Tudo começou com o Napster, um meio para a troca de músicas concebido por um adolescente chamado Shawn Fanning, que foi considerado um marco controverso na história da internet. Para alguns, o Napster era um serviço que facilitava o roubo digital. Mas para outros, a maneira revolucionária de compartilhamento de dados do Napster celebrou a popularização do que os primeiros nerds já sabiam o tempo todo: a Web é o lugar perfeito para a colaboração e para formação de comunidades. Mas o sucesso do Napster também foi o motivo da sua queda. A maciça popularidade chamou a atenção do mundo corporativo, que viu as pessoas baixando músicas de graça e entrou com pesados processos contra o Napster e seus usuários. Mas graças a esse sistema os usuários estavam acostumados a colaborar, a comunicar e a compartilhar informações de graça por toda e rede. Embora o Napster tenha sido extinto rapidamente, as sementes haviam sido plantadas para uma nova revolução que iria finalmente liberar todo o potencial da Web, criando a Web 2.0. A partir do Digg, passando por Second Life e grandes sucessos como Wikipedia, Delicious e YouTube, John Heilemann mostra que são os usuários da Net que lhe conferem um grande poder – empresas que entendem e sabem tirar proveito disso têm sido os maiores vencedores da corrida pelo “ouro digital”.
As pessoas que trabalham com desenvolvimento web sempre passam pelo mesmo problema: devem ter à disposição diferentes navegadores em diferentes sistemas operacionais para testar seus sites. Um probleminha de layout sempre aparece naquele navegador sem-vergonha.
No meu trabalho tenho acesso apenas a máquinas com GNU/Linux onde minha estação de trabalho principal é Ubuntu e tenho também acesso a Macintosh, embora o Safari (que utiliza o khtml como engine) respeite bem a padronização W3C. Quando preciso testar em outros sistemas operacionais, peço a amigos para fazer alguns testes ou então utilizo o Browser Shots para ver como está o layout.
Funciona mais ou menos assim: você entra no site, no campo superior coloca a url de seu site. Essa url é enviada a vários servidores distribuídos que utilizam versões diferentes de sistemas operacionais e navegadores. Depois de alguns minutos, o seu site é processado, um screenshot é tirado e enviado novamente ao servidor central. Eu fiz o teste colocando a url do meu blog, demorou aproximadamente 10 minutos para ver os resultados, que são bem interessantes e dá para ter uma idéia de como fica o layout de seu site em diferentes sistemas operacionais. Não é possível fazer interagir com seu site, mas ajuda a ter uma idéia de como a página é visualizada.
No momento que esse post foi escrito, o Browser Shots oferecia as seguintes opções de navegador:
Em GNU/Linux:
, , , , e
Em Macintosh:
Firefox 2.0 e Safari 2.0
Em Windows:
, , , , , , , e
Fiquei muito fã do jQuery, uma biblioteca javascript para fazer coisas legais em ajax. Estou sempre lendo o que acontece na comunidade mundial jQuery e procurando saber quem usa e quais novas contribuições estão aparecendo. Hoje vi uma notícia curiosa, dizendo que o Google está utilizando jQuery em páginas como o Google Code. Os desenvolvedores do Google ainda elogiaram, dizendo que é uma excelente biblioteca e ajuda a tornar as páginas mais poderosas.
Isso mostra o quanto que essa biblioteca está crescendo e sendo útil para muita gente. Espero que apareça novas contribuições para tornar o trabalho dos desenvolvedores web ainda mais fácil e divertido!

Fazia tempo que não visitava um site tão bem feito e com tantos recursos interessantes com o ma.gnolia. Cheguei nele por acaso, estava fazendo algumas pesquisas sobre Ajax, JQuery e boas práticas de programação web quando o visitei por acaso.
O que me levou a criar uma conta no site foi a integração com o MyOpenID, tenho uma conta antiga nesse serviço e queria ver funcionando em site de terceiros. Ao criar uma conta no ma.gnolia, ele pergunta se você tem e deseja utilizar sua conta do MyOpenID, respondi que sim, ele então solicitou a URL de minha conta OpenID. Ao informar, o cadastro foi quase que imediato. Já pegou meus dados que estavam previamente registrados no OpenID, não foi necessário criar mais uma senha para decorar e tudo foi muito rápido.
O segundo passo foi conhecer o ma.gnolia e ver o que ele tem de diferente. O layout chama a atenção por ser muito bem elaborado, telas muito limpas e simples de se localizar. O uso de Ajax é muito intenso, mas sem deixar o site extremamente lento. Souberam equilibrar entre o funcional, bonito e rápido.
É uma espécie de rede social de bookmarks, algo semelhante ao del.icio.us, porém com mais recursos e com um visual mais elegante. Além de poder guardar seus bookmarks, você pode ter contatos, participar de grupos e fóruns de discussões. Dentro do ma.gnolia encontrei uma comunidade sobre JQuery e outra sobre Accessible Web Developers, com dezenas de links legais que ajudaram nas minhas pesquisas. Só isso já fez valer o tempo dedicado em xeretar no ma.gnolia.
Quem quiser me adicionar como contato, visite meu perfil no ma.gnolia.
Nota 10 para o site!