Aproveitei este final de semana para atualizar o computador de minha mãe com uma versão mais atual do Ubuntu. Ela ainda estava usando o Gutsy (7.10) como Desktop e reclamando que “algumas coisas não estavam funcionando corretamente“. Antes que me perguntem, sim, ela utiliza Ubuntu a algum tempo e está bastante satisfeita com o sistema operacional que atende a a todas necessidades sem aquela chatisse e perigos de malware (virus) que os usuários de Windows estão acostumados. Depois de fazer a atualização para o Jaunty (9.04), meu cunhado apareceu lá com um Dell Mini 9″, recentemente adquirido e que veio com Windows XP instalado.
Se o Windows em computadores “potentes” já funciona de forma instável, em um Netbook as coisas são bem piores. Ele mal estava conseguindo utilizar o computador, devido a enorme lentidão e instabilidade do Windows, me perguntou se poderia ajuda-lo a instalar Ubuntu no Netbook, pois havia lido a respeito e estava disposto a testar e abandonar o Windows. Como os Netbooks não possuem drive de CD-ROM, a instalação deveria ser feita via pendrive. Depois de baixar a imagem e preparar um pendrive para o boot (todo procedimento pode ser encontrado aqui), a instalação iniciou, nos mesmo moldes de um Ubuntu tradicional.
Aguardamos o instalador e alguns minutos depois, o Ubuntu estava instalado, substituindo o Windows.
As primeiras impressões foram ótimas. O Desktop é um pouco diferente mas adaptado ao monitor bastante reduzido. Os menus ficam dispostos no Desktop e facilmente os aplicativos podem ser acessados com um único clique. Entre os aplicativos básicos, encontra-se o Firefox e OpenOffice, ferramentas que atendem a praticamente todos os usuários. Meu cunhado, que não é técnico, começou a mexer e logo descobriu que a webcam também estava automaticamente configurada. Aparentemente ele ficou bastante satisfeito e sentiu uma liberdade maior em usar seu equipamento recém comprado.
Além disso o Ubuntu utiliza melhor os 8Gb do disco (flash) do Netbook, comparando com Windows, que usa mais da metade.
Quem quiser conhecer mais sobre o Ubuntu Netbook Remix, veja este vídeo de apresentação: http://www.canonical.com/projects/ubuntu/unr
Resolvi instalar a versão beta do novo Ubuntu, a 8.10, também conhecida como Intrepid. Baixei a versão para AMD64 e instalei no meu notebook. A instalação pareceu ser bem mais rápida que a anterior e em poucos minutos, já estava com todo o Ubuntu instalado.
Depois de fazer toda atualização conectado na minha rede local via ethernet, resolvi desconectar o cabo e tentar entrar na internet via conexão Claro 3G, com modem ZTE MF622. Quem acompanhou o post Instalando Modem ZTE MF622 Claro 3G no Ubuntu pode perceber que é um procedimento chato e demorado. Já estava imaginando que teria de fazer todo o procedimento novamente no Intrepid e me preparei psicologicamente para isso.
Resolvi plugar o modem na entrada USB e fiquei acompanhando no /var/messages. O Intrepid reconheceu como unidade de disco (o que é normal) e quando eu estava me preparando para executar os procedimentos de instalação, veio a grande surpresa. O Network Manager exibiu uma janela com a seguinte mensagem: “New Mobile Broadcom Detected“. Wow! Eu não estava acreditando que o Intrepid reconheceu meu modem. E era verdade! Cliquei na mensagem e veio uma janela de configuração, com o Brasil selecionado e uma listagem das principais operadoras 3G do Brasil (Claro, Tim, Velox, etc). Estava de queixo caído, não acreditava que seria tão fácil configurar uma conexão 3G no Intrepid. Continuei a instalação, cliquei na operadora Claro e a configuração foi concluída. Depois cliquei no ícone do Network Manager no alto da tela e constava na relação um item chamado “Banda Larga Móvel” com o perfil da Claro já devidamente instalado. Cliquei em cima e depois de alguns segundos, veio a mensagem “You are now connected to Claro“.
Eu ainda não estava acreditando que funcionou de primeira, resolvi abrir um console e no ifconfig, pude constatar que existia o PPP0 e estava com um ip da Claro atribuido a ele. Fiz uns testes de ping, que foram realizados com sucesso e abri o navegador. Surpresa! Estava navegando normalmente.
Ou seja, não precisei fazer nada, apenas plugar o modem que o resto, o próprio Ubuntu fez sozinho. Até usuários que não tem nenhum conhecimento técnico pode fazer a instalação porque nenhuma pergunta técnica é feita. Parece que é mais fácil do que no próprio Windows, onde é necessário instalar um software e realizar algumas configurações.
Realmente fiquei surpreso e deixo meus parabéns a toda equipe do Ubuntu por fazer um trabalho sensacional para a comunidade de software livre. Todo mundo só tem a ganhar com um produto de primeira, cada vez mais fácil para o usuário final e sem tirar a liberdade de quem é desenvolvedor e necessita de uma solução mais personalizada (como é meu caso).
Quem tiver com problemas para conectar à internet móvel 3G em outras versões do Ubuntu ou distribuições, recomendo que faça um teste com o Intrepid. Detalhe importante, a versão ainda é beta, ou seja, muita coisa pode mudar até seu lançamento final que está previsto para daqui 14 dias. Use com cuidado e faça backup. Mas se você é como eu e não aguenta esperar, recomendo fortemente que teste a versão beta que está muito boa!
Baixe já sua versão do Ubuntu Intrepid e sucesso!
Depois que escrevi o artigo “Instalando modem ZTE MF622 no Ubuntu“, muita gente me escreveu perguntando se os procedimentos funcionam em outras distribuições ou com outras marcas de modem. Neste artigo pretendo responder algumas das dúvidas mais comuns.
Instalando em outras distribuições
Embora só tenha feito o teste no Ubuntu, recebi feedbacks positivos de usuários que instalaram e estão utilizando o 3G nas mais diversas distribuições. Nesse caso, o que pode acontecer é a localização de algum arquivo ser diferente ou precisar instalar algum outro pacote que não tenha mencionado no procedimento para Ubuntu. Respondendo a pergunta: sim, funciona em outras distribuições e possivelmente com outras operadoras que não seja a Claro.
Modem de outro modelo
Muita gente questionou se o mesmo procedimento funciona em modems de outras marcas (como da Sony Ericsson e Huawei por exemplo). Ainda não tive a oportunidade de testar com modems de outras marcas, mas vi relatos positivos de usuários que instalaram com sucesso modems da marca Huawei. Muitos modems são primeiramente reconhecidos como unidade de disco no momento que são plugados no computador. Isso acontece para que o driver seja instalado em computadores windows. No GNU/Linux não precisamos disso, então é necessário desmontar a unidade de disco e forçar o USB a reconhecer o dispositivo como modem. Quem faz esse procedimento é a ferramenta USB_ModeSwitch. Se o seu modem é reconhecido como unidade de disco e o modelo consta na página do USB_ModeSwitch, então ele vai funcionar. Você precisa apenas adaptar as configurações para o modelo do modem (veja o arquivo usb_modeswitch.conf).
Atenção nos detalhes
Algumas pessoas não tiveram sucesso ao fazer a instalação. Em alguns casos, pude constatar que faltou um ou outro detalhe. É essencial que você utilize o usb_modeswitch e configure uma regra no udev para que o modem seja reconhecido pelo sistema operacional. Siga passo a passo todos os procedimentos e acompanhe o /var/log/messages, todas as mensagens (de sucesso ou falha) vão aparecer ali.
Algumas dicas úteis
Instale a ferramenta comgt, com ela é possível ver o nível de sinal de sua conexão além de outras informações do modem. Se você utiliza a Claro como operadora, verifique com o comando comgt info se o APN está como “bandalarga.claro.com.br“. Verifique as outras opções com comgt help
No procedimento original, o número de discagem está como *99#. Eu tenho utilizado com mais estabilidade o número de conexão *99***1#. Não sei se realmente faz diferença ou foi apenas coincidência, mas depois que passei a utilizar esse número, a conexão oscilou bem menos.
Utilize o OpenDNS como servidores de DNS: 208.67.222.222 e 208.67.220.220.
Boa navegação 3G!
Post relacionado: Instalando modem ZTE MF622 no Ubuntu
Durante essa semana eu instalei o Ubuntu 8.04 em meu computador principal de trabalho. Não consegui aguentar o lançamento final que vai acontecer em 12 dias, segundo o contador oficial.
Fiz backup do meu $HOME, gravei o CD com a versão AMD64 (a arquitetura que utilizo) e iniciei a instalação. Logo no início, peguei um problema com o Ubiquity, que é o instalador do Live-CD. Esse problema acontece apenas com teclados ABNT-2, faz com que o X seja reinicializado quando chega na tela de seleção do layout de teclado. Conversei com o Licio a respeito que logo informou sobre a existência de um bug. A solução é iniciar a instalação em inglês e no final fazer as alterações do layout do teclado e preferências do idioma para o português do Brasil já dentro do Gnome já instalado no HD. Provavelmente esse bug será corrigido no lançamento final.
Depois de aguardar a instalação, chegou a hora do primeiro boot. A tela de login GDM está com tema diferente, mais elegante. No Gnome, o tema também está com leves mudanças no visual, incluindo um papel de parede novo. O Gnome parece estar mais otimizado em seu consumo de memória, os aplicativos estão com as versões mais novas, como já era de se esperar, com destaque ao Firefox 3 (beta), o Prism que foi incluído nessa versão do Ubuntu, entre outros.
Encontrei por acaso um aplicativo bastante curioso, o BlueProximity. Funciona via bluetooth (sua máquina precisa ter placa bluetooth) mais ou menos assim: você deixa seu celular pareado com o aplicativo e ele fica o tempo todo verificando a presença do seu celular. Quando você sai do ambiente (e leva o celular junto), ele detecta sua ausência e automaticamente trava a tela com screensaver e senha. Quando você retorna para o ambiente (junto com seu celular) ele detecta sua presença e libera a tela para você continuar trabalhando.
De uma forma geral o novo Ubuntu está muito bom. Aplicativos mais novos e mais produtivos, a tradução está excelente (parabéns a quem ajudou a traduzir para o português do Brasil) e sem dúvidas o lançamento oficial está sendo bastante esperado, porque será uma versão LTS (Long Time Support), ou seja, terá seu suporte garantido por vários anos. Se você também não aguenta esperar o lançamento oficial, pode baixar a versão beta aqui. Mas lembre-se, é versão beta, não instale em ambientes críticos (embora eu não tenha encontrado nenhum bug significativo, exceto do layout de teclado durante a instalação).
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A cada dia que passa fica mais fácil comprovar o quanto o Ubuntu está crescendo e ganhando novos adeptos, até mesmo quem não é da área de tecnologia. A distribuição deixou de ser apenas “mais uma” e começou a ser destaque em vários jornais e revistas mundo afora.
Na Folha de São Paulo de ontem, no caderno de informática, uma matéria de página inteira sobre o evento CanSecWest, sobre segurança. Dentro desse evento havia um desafio, que seria invadir três notebooks com sistemas operacionais diferentes, são eles o Mac OS X, WIndows Vista e o Ubuntu representando o GNU/Linux. Cada sistema operacional foi instalado em sua última versão, com todos os patches de segurança aplicados. Como prêmio, o invasor ganharia a própria máquina que invadiu mais um valor em dinheiro entre 20 mil e 5 mil dollares dependendo da forma e dificuldade da técnica aplicada para invadir.
O primeiro destruído foi o Mac OS X, no segundo dia, o Windows Vista foi comprometido. E para surpresa de todos (para mim não é uma surpresa), o Ubuntu foi o que saiu intacto e ninguém conseguiu invadir.
Com isso o Ubuntu ganhou destaque pela segunda semana seguida no caderno de informática da Folha.
O fato de estar ganhando destaque na mídia tradicional desperta o interesse de pessoas que não estão ligadas em tecnologia a conhecerem melhor essa distribuição. Já presenciei situações curiosas, principalmente quando estou usando meu notebook em locais públicos. Tenho um adesivo do Ubuntu colado na parte de trás do notebook e é bastante comum as pessoas se aproximarem e perguntar a respeito. Costumo ser bastante simpático, tirar todas as dúvidas possíveis e ainda presentear com um CD (daqueles que a Canonical envia) para que a pessoa tenha condições de experimentar o sistema por conta própria. Geralmente recebo e-mails com feedbacks positivos.
Já vi o Ubuntu sendo usado em lojas e empresas de diversos setores. Embora o uso ainda seja pequeno (comparando com o sistema operacional que monopoliza o mercado), o Ubuntu tem ganhado novos adeptos rapidamente.
O Hardy Heron é o nome da nova versão do Ubuntu, que será lançada no primeiro semestre do ano que vem. Estamos todos ansiosos pelo seu lançamento, parece que muita coisa vai mudar para melhor.
Dois links interessantes com novidades sobre o Hardy Heron podem ser encontrados no Br-Linux e nessa outra referência.
Ontem foi o dia do lançamento do Ubuntu Gutsy Gibbon. Embora eu já estava utilizando o Release Candidate 1 desde sua liberação, no momento que o ISO foi liberado resolvi fazer o download para minha arquitetura (AMD64), queimar um CD e reinstalar minha máquina principal de trabalho e desenvolvimento. Sei que não precisava fazer isso, pois o RC1 estava sendo constantemente atualizado e a cada upgrade, a minha máquina ficava atualizada até ao ponto de ser a versão final. Aproveitei o tempo do RC1 para fuçar bastante, mexer aqui, ali, fazer alterações críticas, testar coisas novas e experimentar de tudo sem medo, para depois fazer uma reinstalação da versão final e habilitar apenas os itens que seriam úteis no meu dia-a-dia, eliminando as aventuras a parte.
Assim eu fiz, durante o período de testes observei quais itens seriam interessantes para trazer à versão final. Testei o Gnash, depois testei o instalador de plugins proprietários (argh!) para Flash. Pela primeira vez, o plugin proprietário funcinou de primeira e sem a necessidade de instalar módulos adicionais na mão em uma arquitetura diferente da X86. Na versão anterior, para ter o plugin oficial da Adobe funcionando, era necessário baixar um módulo chamado nspluginwrapper e fazer sua compilação e instalação na mão, pois não existia o pacote para o mesmo. O objetivo desse módulo é servir de intermediário para os módulos proprietários como o da Adobe e fazer uma emulação do mesmo para funcionar em uma arquitetura AMD64 junto com o Firefox dessa arquitetura.
A versão 7.10 faz isso automaticamente, mas também oferece suporte ao Gnash, um plugin livre apoiado pelo Projeto GNU. A minha experiência com o Gnash está sendo cada vez melhor, os desenvolvedores estão evoluindo bastante e fazendo praticamente tudo funcionar. Os bugs que existem estão sendo corrigidos com uma velocidade impressionante. Isso é o bastante para não precisar utilizar algo proprietário e optar por software livre para melhorar minha experiência na web.
O programa de e-mails Evolution passou por uma grande ‘evolução’. Possui um sistema eficiente de backup/restore para preservar seus e-mails, compromissos e lista de itens a fazer, além disso incluiram por padrão um plugin para informar quando você recebeu novos e-mails, que faz piscar um ícone no taskbar informando que chegou uma nova mensagem.
O Gaim foi definitivamente substituído pelo Pidgin, os recursos continuam quase os mesmos, tirando o fato do Pidgin suportar mais redes de mensagens instantâneas, como o MySpace por exemplo (site de relacionamentos). Além disso o Pidgin ganhou um layout novo e mais bonito que a versão anterior.
É possível encontrar melhorias no Gimp, programa utilizado para edição de imagens. Está muito melhor, com mais recursos e parece consumir menos recursos de memória e processamento.
O GNOME está muito mais rápido e consumindo menos recursos, pelo menos na minha máquina. Em conversa com alguns amigos que já instalaram o Gutsy, relataram a mesma coisa.
E claro, para finalizar. Os módulos Python foram todos atualizados, integrando o Python 2.5 e a maioria dos módulos atualizados, incluindo o Django 0.96 (última versão estável).
De 1 a 10, a minha nota para o Ubuntu Gutsy Gibbon é 10. Recomendo a todos, seja usuário iniciante ou avançado.

Amanhã a qualquer momento, o Ubuntu Gutsy Gibbon será lançado. Eu já estou usando o Release Candidate dessa versão e aprovei, realmente está muito boa. Para quem ainda não instalou, mas tem curiosidade em ver suas telas, o link abaixo oferece uma excelente demonstração de alguns recursos interessantes.
Publiquei a pouco tempo um artigo sobre o Listen, um tocador de músicas bastante interessante, feito em PyGTK. O recurso que mais admiro em um tocador de música é a simplicidade. Eu quero apenas selecionar as faixas favoritas e aguardar que o tocador toque todas na ordem selecionada. Gosto do Rhythmbox, mas acho sua interface poluída demais e consome muita memória. O Listen estava sendo meu tocador favorito, até conhecer o Decibel Audio Player, que também é desenvolvido em PyGTK e tem uma interface muito mais simples que o Listen.
O Decibel não tem uma organização como o Listen e Rhythmbox, onde você apenas informa qual diretório estão seus arquivos de músicas e ele, de forma recursiva, cria uma lista com tudo que você possui. O Decibel trabalha em conjunto com o sistema de arquivos, você precisa entrar no diretório, marcar todos os arquivos e jogar para a área do lado direito que será sua playlist. Como minhas músicas são organizadas por diretórios contendo o nome da banda, nome do álbum e músicas, fica muito facil elaborar uma playlist apropriada para o momento.

Fica mais uma dica!
Aproveitei o dia de hoje para fazer algumas migrações. A primeira foi do WordPress aqui do blog, que foi devidamente migrado para a versão 2.3. Eu gostaria de utilizar um gerenciador baseado em Django, mas devido a falta de tempo para desenvolver e manter um, acabei optando por um já pronto e consagrado como o WordPress. Não tem muitas novidades gritantes, tirando o editor que possui mais itens para formatação de texto, e o campo para utilizar tags, o resto aparentemente é tudo igual. Em relação ao campo de tags, acho que o template que utilizo não trabalha bem com ele, depois vou olhar isso com calma.
A segunda migração foi do meu computador pessoal. Instalei o Ubuntu 7.10, Release Candidate nele. Geralmente quando a distribuição chega nesse ponto, já está bem estável e dificilmente acontece algum problema. A instalação foi bem tranquila, ao estilo da versão anterior. Primeiro vem o live desktop, depois você inicia o instalador clicando no ícone apropriado na tela. O ambiente parece estar mais organizado e o único bug encontrado foi no restricted-driver-manager, que faz o papel de procurar drivers restritos de vídeo ou alguma outra coisa. No meu caso, ao tentar entrar aparecia uma exception Python. Abri um bug report para o pessoal do Ubuntu, vamos ver no que dá. De resto, o desktop está de parabéns.