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Lançado Gutsy Gibbon

Ubuntu 7.10

A última versão do Ubuntu para estações de trabalho e servidores está disponível a partir de hoje para download. Essa versão oferece o melhor do software livre de forma segura, estável e fácil de aprender e utilizar. Comecei a baixar o ISO final, mas com certa dificuldade. Isso prova o sucesso dessa distribuição, que fez o acesso aos diversos mirrors ficarem congestionados nas primeiras horas de seu lançamento. Estou na briga para encontrar um mirror que oferece uma velocidade relativamente aceitável para download e que não fique oscilando muito.

A versão para AMD64 (minha plataforma principal de trabalho e desenvolvimento) está excelente. Corrigiram alguns bugs que existiam para essa plataforma e fizeram inúmeras melhorias.  Eu já estava utilizando o Gutsy Gibbon desde o lançamento de seu Release Candidate.

Maiores informações, veja as notas de lançamento (em inglês por enquanto).

Screenshot tour – Ubuntu 7.10 RC1

Ubuntu

Amanhã a qualquer momento, o Ubuntu Gutsy Gibbon será lançado. Eu já estou usando o Release Candidate dessa versão e aprovei, realmente está muito boa. Para quem ainda não instalou, mas tem curiosidade em ver suas telas, o link abaixo oferece uma excelente demonstração de alguns recursos interessantes.

Referência

Decibel – um tocador de música minimalista

Publiquei a pouco tempo um artigo sobre o Listen, um tocador de músicas bastante interessante, feito em PyGTK. O recurso que mais admiro em um tocador de música é a simplicidade. Eu quero apenas selecionar as faixas favoritas e aguardar que o tocador toque todas na ordem selecionada. Gosto do Rhythmbox, mas acho sua interface poluída demais e consome muita memória. O Listen estava sendo meu tocador favorito, até conhecer o Decibel Audio Player, que também é desenvolvido em PyGTK e tem uma interface muito mais simples que o Listen.

O Decibel não tem uma organização como o Listen e Rhythmbox, onde você apenas informa qual diretório estão seus arquivos de músicas e ele, de forma recursiva, cria uma lista com tudo que você possui. O Decibel trabalha em conjunto com o sistema de arquivos, você precisa entrar no diretório, marcar todos os arquivos e jogar para a área do lado direito que será sua playlist. Como minhas músicas são organizadas por diretórios contendo o nome da banda, nome do álbum e músicas, fica muito facil elaborar uma playlist apropriada para o momento.

Decibel

Fica mais uma dica!

465 Fontes Livres para Ubuntu Gutsy Gibbon

Brian Kent, um designer de 32 anos, criou 465 fontes livre (sob Artistic License) que podem ser instalada e utilizada livremente no Ubuntu 7.10 (e possivelmente no Debian e outras distribuições). Eu fiz o download e pude comprovar que são ótimas, muito bem desenhadas e excelente para quem utiliza o Ubuntu para trabalhos artísticos.

Alguns exemplos:

A instalação é bastante simples, basta adicionar as seguintes linhas no sources.list:

deb     http://ppa.launchpad.net/corenominal/ubuntu gutsy main
deb-src http://ppa.launchpad.net/corenominal/ubuntu gutsy main

E depois:

sudo apt-get update
sudo apt-get install ttf-aefonts

Pronto, abra o Gimp, OpenOffice (ou outro aplicativo de criação) e divirta-se com as novas fontes!!

Se deseja saber mais, visite o site onde retirei essa dica. Referência.

Ubuntu 7.10 muito bacana

Hoje finalmente coloquei a mão na versão beta do Ubuntu, que será lançado daqui poucos dias. Como a curiosidade estava maior, baixei o CD da versão beta e fiz uma instalação em outra partição do meu HD. Só tenho elogios! Um detalhe que me chamou bastante atenção foi a melhoria na quantidade de aplicativos para Bluetooth. A versão anterior (na verdade, a atual) tem  poucas ferramentas e as mesmas são muito precárias. A nova versão implementou outras, além de melhorias.

O Gnome parece estar consumindo menos memória. Pelo menos na minha máquina e arquitetura (AMD64 bits 2Gb RAM), aparentemente ocupou menos memória que a versão anterior.

No mais, acredito que os desenvolvedores do Ubuntu estão fazendo um excelente trabalho. Estou ansioso para o lançamento final e migrar minhas estações.

Edição 5 da Full Circle já disponível para download

Full Circle

A revista gratuita da comunidade Ubuntu Full Circle já encontra-se disponível para download.

Destaque para o Gutsy Gibbon (Ubuntu 7.10) e a distribuição do mês, a Fluxbuntu que nada mais é o Ubuntu com o Fluxbox como gerenciador de janelas. Esse sim é realmente muito leve! :-)

O download gratuito pode ser feito nesse link.

Versão beta do Ubuntu 7.10 disponível para download

Para quem está ansioso a espera do Ubuntu 7.10, já é possível baixar a versão beta e começar a testar os novos recursos, como Gnome 2.20 e várias outras melhorias. A notícia completa e instruções para download podem ser encontrados em http://www.ubuntu.com/testing/gutsybeta

Gajim – um IM feito em Python

Conhecia o Gajim a algum tempo, mas nunca fui seu usuário porque na época o software apresentava alguns bugs e sempre preferi utilizar o Gaim (que agora se chama Pidgin).

Hoje eu estava olhando algumas aplicações desenvolvidas em PyGTK e me lembrei desse IM. Resolvi instalar e ver como estava. Aparentemente não teve muitos avanços visuais, desde a última vez que utilizei, mas como eu uso apenas Jabber, resolvi configurar minhas duas contas (Jabber.org e gmail) e testar um pouco. Visualmente falando, é mais atrativo que o Pidgin (pelo menos para mim),  mais simples de utilizar e também é muito leve.  Para quem utiliza outro IM que não seja o Jabber (como ICQ ou Yahoo Messenger), o Gajim pode ser um incoveniente, pois ele só suporta Jabber (XMPP). Mas o protocolo oferece um ‘transport’ para esses outros IM, isso depende do servidor que você esteja utilizando.

O Gajim oferece pacotes para a maioria das distribuições. No Ubuntu (e Debian), basta um aptitude install gajim.

Gajim

Xubuntu

Hoje testei o Xubuntu em uma máquina com pouca memória RAM. O sistema se comportou muito bem, não é tão pesado quanto o Gnome, mas também não peca em recursos. Bastante eficiente e intuitivo para um usuário leigo.

Eu sou um usuário antigo do WindowMaker, trabalhei nesse ambiente durante vários anos até depois conhecer e ficar no Gnome até hoje. Brincando um pouco no XFCE pude notar recursos bem interessantes, desejável de qualquer desktop mais amigável. Penso até que poderia substituir minha atual estação de trabalho por algo mais leve e baseado em GTK.

Experiências com Gnash no PowerPC

Estou com um notebook Apple PowerPC G4, meio antiguinho, mas está me ajudando em algumas tarefas. O método que usei para fazer sua instalação foi bastante diferente, pois o notebook está com o driver de CD-ROM quebrado e sua interface de rede não está funcionando corretamente. O jeito foi instalar via wireless (mais detalhes aqui).

A primeira instalação foi com Debian e de um tempo para cá fiz algumas besteiras na máquina onde a instalação ficou um pouco ruim. Resolvi reinstalar usando Ubuntu 7.04 dessa vez. Embora no site do Ubuntu não tenha a opção de download do ISO para PowerPC, existe os pacotes compilados para essa arquitetura. As imagens para instalação do Feisty para PowerPC podem ser encontradas aqui.

Gnash

Depois de instalado o Ubuntu via netboot, fui dar os ajustes finais no sistema para ficar do jeito que gosto. Resolvi experimentar o Gnash, que nada mais é que uma alternativa livre ao Macromedia Flash Player (agora pertence à Adobe). A versão que vem no Feisty é 0.7.2, já um pouco defasada em recursos, perante a última versão disponível no site do Gnash. Mas é possível via sources.list habilitar o repositório de Backports e utiliza e ter acesso aos pacotes da versão 0.8.0 que tem suporte até a vídeos do Youtube. Lembrando que a Adobe só disponibiliza a versão de Flash para GNU/Linux em arquitetura x86, então se você utiliza outra arquitetura, o Gnash pode ser uma excelente alternativa, principalmente pelo fato de ser livre.

Lá fui eu habilitar o repositório de Backports do Ubuntu. Fiz a instalação, conforme abaixo:

sudo aptitude install mozilla-plugin-gnash

e logo em seguida estava com o plugin instalado e suas respectivas dependências. Fechei o Firefox e abri novamente para reconhecer o novo plugin e fiz alguns testes entrando em sites que possuem flash. O resultado foi satisfatório, embora ainda tem muito o que melhorar. Seu consumo de memória ainda é alto e o Firefox dá uma pequena travada ao acessar o Youtube. Os vídeos não ficam com uma qualidade perfeita, dá uns pulinhos, mas também é melhor que nada.

Em outros sites onde tem apenas alguns componentes flash, não tive problema algum. Foi possível navegar perfeitamente entre eles.

Resumindo: É uma ótima alternativa livre aos plugins proprietários, principalmente para quem utiliza GNU/Linux em uma arquitetura diferente da x86, como no meu caso que tenho um PowerPC e um AMD64. Ainda tem muito o que melhorar, mas acredito que o projeto vai atingir o nível de excelência em pouco tempo.

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