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	<title>Christiano Anderson&#187; Ubuntu</title>
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	<description>Software Livre, Web 2.0, Programação, Home Office e nerdisses em geral</description>
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		<title>Ubuntu Netbook Remix em um Dell Mini 9</title>
		<link>http://christiano.me/2009/08/03/ubuntu-netbook-remix-em-um-dell-mini-9/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 07:31:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christiano Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproveitei este final de semana para atualizar o computador de minha mãe com uma versão mais atual do Ubuntu. Ela ainda estava usando o Gutsy (7.10) como Desktop e reclamando que &#8220;algumas coisas não estavam funcionando corretamente&#8220;. Antes que me perguntem, sim, ela utiliza Ubuntu a algum tempo e está bastante satisfeita com o sistema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Aproveitei este final de semana para atualizar o computador de minha mãe com uma versão mais atual do Ubuntu. Ela ainda estava usando o Gutsy (7.10) como Desktop e reclamando que &#8220;<em>algumas coisas não estavam funcionando corretamente</em>&#8220;. Antes que me perguntem, sim, ela utiliza Ubuntu a algum tempo e está bastante satisfeita com o sistema operacional que atende a a todas necessidades sem aquela chatisse e perigos de malware (virus) que os usuários de Windows estão acostumados. Depois de fazer a atualização para o Jaunty (9.04), meu cunhado apareceu lá com um Dell Mini 9&#8243;, recentemente adquirido e que veio com Windows XP instalado.</p>
<p>Se o Windows em computadores &#8220;potentes&#8221; já funciona de forma instável, em um Netbook as coisas são bem piores. Ele mal estava conseguindo utilizar o computador, devido a enorme lentidão e instabilidade do Windows, me perguntou se poderia ajuda-lo a instalar Ubuntu no Netbook, pois havia lido a respeito e estava disposto a testar e abandonar o Windows. Como os Netbooks não possuem drive de CD-ROM, a instalação deveria ser feita via pendrive. Depois de baixar a imagem e preparar um pendrive para o boot (todo procedimento pode ser encontrado <a href="https://help.ubuntu.com/community/Installation/FromImgFiles" target="_blank">aqui</a>), a instalação iniciou, nos mesmo moldes de um Ubuntu tradicional.</p>
<p>Aguardamos o instalador e alguns minutos depois, o Ubuntu estava instalado, substituindo o Windows.</p>
<p>As primeiras impressões foram ótimas. O Desktop é um pouco diferente mas adaptado ao monitor bastante reduzido. Os menus ficam dispostos no Desktop e facilmente os aplicativos podem ser acessados com um único clique. Entre os aplicativos básicos, encontra-se o Firefox e OpenOffice, ferramentas que atendem a praticamente todos os usuários. Meu cunhado, que não é técnico, começou a mexer e logo descobriu que a webcam também estava automaticamente configurada. Aparentemente ele ficou bastante satisfeito e sentiu uma liberdade maior em usar seu equipamento recém comprado.</p>
<p>Além disso o Ubuntu utiliza melhor os 8Gb do disco (flash) do Netbook, comparando com Windows, que usa mais da metade.</p>
<p>Quem quiser conhecer mais sobre o Ubuntu Netbook Remix, veja este vídeo de apresentação: <a href="http://www.canonical.com/projects/ubuntu/unr" target="_blank">http://www.canonical.com/projects/ubuntu/unr</a></p>
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		<title>Nokia E71 como modem 3G no Ubuntu</title>
		<link>http://christiano.me/2009/05/20/nokia-e71-como-modem-3g-no-ubuntu/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 07:39:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christiano Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[3G]]></category>
		<category><![CDATA[E71]]></category>
		<category><![CDATA[Nokia]]></category>

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		<description><![CDATA[O que agrada muito no Nokia E71 é o fato do produto já acompanhar o cabo de dados USB, que pode ser usado tanto para transferir arquivos (fotos, músicas, documentos, etc) quanto para conectar o notebook à internet, compartilhando a conexão 3G do plano de celular.
Existem outras maneiras de compartilhar a conexão 3G do E71 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>O que agrada muito no <a href="http://www.submarino.com.br/produto/11/21504198/celular+nokia+e71+branco+gsm+wi-fi,+3g,+gps,+cam.3.2mp,+mp3+e+radio+2g&amp;franq=259880" target="_blank">Nokia E71</a> é o fato do produto já acompanhar o cabo de dados USB, que pode ser usado tanto para transferir arquivos (fotos, músicas, documentos, etc) quanto para conectar o notebook à internet, compartilhando a conexão 3G do plano de celular.</p>
<p>Existem outras maneiras de compartilhar a conexão 3G do E71 com notebook ou desktop,  o mais interessante é com o uso do JoikuSpot, que cria uma rede wireless ad-hoc permitindo se conectar via wi-fi, além de poder compartilhar com outras pessoas. A grande desvantagem é a bateria que descarrega rapidamente, além do aparelho ficar muito quente.</p>
<p>Tentei algumas vezes compartilhar a conexão 3G do E71 no Ubuntu, mas usando o cabo de dados USB ao invés de outras soluções via wi-fi ou bluetooth. Não obtive sucesso nas primeiras tentativas, pois estava escolhendo a opção &#8220;Conectar o PC à internet&#8221;. Desde jeito não consegui fazer que o Ubuntu reconhecesse o E71 como modem. Pesquisando um pouco, encontrei em alguns fóruns uma receita bastante simples que deu certo. Ao invés de usar a opção &#8220;Conectar PC à internet&#8221; no menu do E71, deve-se selecionar a opção &#8220;<strong>PC Suite</strong>&#8220;, assim o Ubuntu (acredito que outras distribuições também) reconhecerá o smartphone como modem e permitirá fazer a discagem para conexão 3G.</p>
<p>Então resumindo, o procedimento para configurar usando o Network Manager é o seguinte:</p>
<ol>
<li>Conecte o cabo de dados no notebook;</li>
<li>Logo que aparecer o menu no E71 perguntando qual tipo de conexão deseja, selecione <strong>&#8220;PC Suite&#8221;</strong>;</li>
<li>Clique com o botão direito no ícone do Network Manager e selecione &#8220;Editar Conexões&#8221;;</li>
<li>Vá até a aba &#8220;Banda Larga Móvel&#8221; e clique em &#8220;Adicionar&#8221;</li>
<li>O <em>wizard</em> já aparece indicando as principais operadoras de 3G no Brasil. Selecione a sua, continue e conclua a operação;</li>
<li>Clique novamente no Network Manager, deverá ver o nome de sua operadora abaixo do &#8220;Banda Larga Móvel&#8221;. Basta clicar ali e se tudo der certo, estará conectado à internet compartilhada de seu celular.</li>
</ol>
<p>No meu caso, estou usando a operadora <strong>Oi de São Paulo</strong>, com um plano que inclui dados 3G. A operação funcionou perfeitamente seguindo os passos acima. Acredito que também funcione em outras operadoras ou com outras distribuições além do Ubuntu.</p>
<p>A vantagem de utilizar o cabo de dados ao invés de bluetooth ou JoikuSpot é a duração da bateria. Não exige tanto do aparelho, assim a durabilidade da bateria é maior e o aparelho não fica tão quente. Mas é possível realizar o mesmo procedimento usando bluetooth, neste caso fica para outro tutorial! <img src='http://christiano.me/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>ZTE MF622 &#8211; 3G no Ubuntu Intrepid &#8211; Funciona de primeira!</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 14:10:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christiano Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[3G]]></category>
		<category><![CDATA[ZTE]]></category>

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		<description><![CDATA[Resolvi instalar a versão beta do novo Ubuntu, a 8.10, também conhecida como Intrepid. Baixei a versão para AMD64 e instalei no meu notebook. A instalação pareceu ser bem mais rápida que a anterior e em poucos minutos, já estava com todo o Ubuntu instalado.
Depois de fazer toda atualização conectado na minha rede local via [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Resolvi instalar a versão beta do novo Ubuntu, a 8.10, também conhecida como Intrepid. Baixei a versão para AMD64 e instalei no meu notebook. A instalação pareceu ser bem mais rápida que a anterior e em poucos minutos, já estava com todo o Ubuntu instalado.</p>
<p>Depois de fazer toda atualização conectado na minha rede local via ethernet, resolvi desconectar o cabo e tentar entrar na internet via conexão Claro 3G, com modem ZTE MF622. Quem acompanhou o post <a href="http://christiano.blog.br/2008/07/06/instalando-modem-zte-mf622-claro-3g-no-ubuntu/" target="_blank">Instalando Modem ZTE MF622 Claro 3G no Ubuntu</a> pode perceber que é um procedimento chato e demorado.  Já estava imaginando que teria de fazer todo o procedimento novamente no Intrepid e me preparei psicologicamente para isso.</p>
<p>Resolvi plugar o modem na entrada USB e fiquei acompanhando no /var/messages. O Intrepid reconheceu como unidade de disco (o que é normal) e quando eu estava me preparando para executar os procedimentos de instalação, veio a grande surpresa. O Network Manager exibiu uma janela com a seguinte mensagem: &#8220;<strong>New Mobile Broadcom Detected</strong>&#8220;. Wow! Eu não estava acreditando que o Intrepid reconheceu meu modem. E era verdade! Cliquei na mensagem e veio uma janela de configuração, com o Brasil selecionado e uma listagem das principais operadoras 3G do Brasil (Claro, Tim, Velox, etc). Estava de queixo caído, não acreditava que seria tão fácil configurar uma conexão 3G no Intrepid. Continuei a instalação, cliquei na operadora Claro e a configuração foi concluída. Depois cliquei no ícone do Network Manager no alto da tela e constava na relação um item chamado &#8220;<strong>Banda Larga Móvel</strong>&#8221; com o perfil da Claro já devidamente instalado. Cliquei em cima e depois de alguns segundos, veio a mensagem &#8220;<strong>You are now connected to Claro</strong>&#8220;.</p>
<p>Eu ainda não estava acreditando que funcionou de primeira, resolvi abrir um console e no ifconfig, pude constatar que existia o PPP0 e estava com um ip da Claro atribuido a ele. Fiz uns testes de ping, que foram realizados com sucesso e abri o navegador. Surpresa! Estava navegando normalmente.</p>
<p>Ou seja, não precisei fazer nada, apenas plugar o modem que o resto, o próprio Ubuntu fez sozinho. Até usuários que não tem nenhum conhecimento técnico pode fazer a instalação porque nenhuma pergunta técnica é feita. Parece que é mais fácil do que no próprio Windows, onde é necessário instalar um software e realizar algumas configurações.</p>
<p>Realmente fiquei surpreso e deixo meus parabéns a toda equipe do Ubuntu por fazer um trabalho sensacional para a comunidade de software livre. Todo mundo só tem a ganhar com um produto de primeira, cada vez mais fácil para o usuário final e sem tirar a liberdade de quem é desenvolvedor e necessita de uma solução mais personalizada (como é meu caso).</p>
<p>Quem tiver com problemas para conectar à internet móvel 3G em outras versões do Ubuntu ou distribuições, recomendo que faça um teste com o Intrepid. Detalhe importante, a versão ainda é beta, ou seja, muita coisa pode mudar até seu lançamento final que está previsto para daqui 14 dias. Use com cuidado e faça backup. Mas se você é como eu e não aguenta esperar, recomendo fortemente que teste a versão beta que está muito boa!</p>
<p>Baixe já sua versão do <a href="http://releases.ubuntu.com/releases/8.10" target="_blank">Ubuntu Intrepid</a> e sucesso!</p>
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		<title>Instalando modem ZTE MF622 Claro 3G no Ubuntu</title>
		<link>http://christiano.me/2008/07/06/instalando-modem-zte-mf622-claro-3g-no-ubuntu/</link>
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		<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 22:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christiano Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
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		<category><![CDATA[ZTE]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ontem resolvi comprar o modem USB para usar conexão banda larga pela minha operadora de celular. Fui sem muito receio, pois já li vários relatos de compatibilidade entre esses modems e o Ubuntu. Depois de quase uma hora para ser atendido, chegou minha vez e por sorte, ainda tinha dois modems disponíveis (esse negócio deve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;"><img src="http://christiano.blog.br/images/post/zte.jpg" alt="" /></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">Ontem resolvi comprar o modem USB para usar conexão <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:259880/tags:banda+larga/format:box">banda larga<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script> pela minha operadora de <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:259880/tags:celular+3g/format:box">celular<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>. Fui sem muito receio, pois já li vários relatos de compatibilidade entre esses modems e o Ubuntu. Depois de quase uma hora para ser atendido, chegou minha vez e por sorte, ainda tinha dois modems disponíveis (esse negócio deve estar vendendo como água). Depois de mais uma hora em burocracias e assinatura de vários documentos, saí da loja com o modem e fui correndo para casa testar o novo brinquedinho.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">Quando pluguei o modem no <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:259880/tags:notebook+hp/format:box">notebook<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>, veio a primeira surpresa. O dispositivo foi reconhecido como uma unidade de disco e não como modem. No início achei que poderia ser problemas com o dispositivo, mas depois de algumas consultas no Google, verifiquei que esse é um procedimento normal. A explicação mais lógica é o fato de usuários Windows poderem instalar o seu driver quando o dispositivo é conectado pela primeira vez, mas de certa forma o dispositivo ignora usuários de outros sistemas operacionais. Junto com o Kit da Claro, vem um CD para instalação em Mac OSX, mas os usuários de GNU/Linux são totalmente ignorados.</p>
<p>Na hora fiquei um pouco decepcionado, mas depois de mais alguns minutos de consultas no Google, encontrei diversas receitas e fui testando sem sucesso a maioria. Até que cheguei na página de uma ferramenta chamada <a href="http://www.draisberghof.de/usb_modeswitch/" target="_blank">usb_modeswitch</a> e nessa página, minha esperança de fazer o modem funcionar com sucesso no Ubuntu. De fato esse foi o caminho que deu certo e faz dest post uma prova (estou escrevendo esse post usando a conexão da Claro 3G).</p>
<p>Como o modem é reconhecido no sistema como uma unidade de disco, é necessário fazer uma manobra para desmontá-lo e montá-lo como um modem e dessa forma poder se conectar à <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:259880/tags:internet/format:box">internet<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>. A instalação de alguns pacotes e uma pequena alteração no sistema é necessária para fazer tudo funcionar perfeitamente. Os passos que segui e deram certo foram o seguinte:</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">
<ol>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">Instale a 	libusb-dev em seu sistema (<strong>aptitude install libusb-dev</strong>);</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">Baixe a última 	versão do usb_modeswitch <a href="http://www.draisberghof.de/usb_modeswitch/usb_modeswitch-0.9.4.tar.bz2" target="_blank">aqui</a>;</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">Descompacte o 	pacote e compile seu conteúdo (execute o <strong>./compile.sh</strong>);</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">Copie o binário 	<strong>usb_modeswitch</strong> para /usr/local/sbin;</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">Copie o 	<strong>usb_modeswitch.conf</strong> para /etc</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">Edite o 	<strong>/etc/modeswitch.conf</strong> e procure pelo bloco do MFS622, descomente todo 	seu conteúdo (remova o “;” que aparece no início de cada 	linha). Comente ou apague todo o restante do arquivo, deixando 	apenas esse bloco. Se preferir, baixe o meu arquivo pronto <a href="http://christiano.blog.br/static/usb_modeswitch.conf" target="_blank">aqui</a>.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">Baixe <a href="http://christiano.blog.br/static/15-zte-mf622.txt" target="_blank">esse arquivo</a> e grave como <strong>/etc/udev/rules.d/15-zte-mf622.rules</strong> (esse arquivo é bastante útil, pois 	quando você espetar o modem na entrada USB, ele vai automaticamente 	desmontar o volume de disco e fazer o seu sistema reconhecer como um 	modem <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:259880/tags:USB/format:box">USB<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>. É recomendado rebootar a máquina para continuar porque 	todo o udev é lido durante o boot da máquina).</li>
<li>Configure e crie 	uma conta com a ferramenta <strong>pppconfig</strong> conforme a tela abaixo. No meu 	caso eu optei pelo <strong>pppconfig</strong> porque dessa forma consigo facilmente 	configurar uma conexão automática durante o boot da máquina, mas 	você pode testar com seu discador de preferência (gnome-ppp ou 	outro de sua preferência).</li>
</ol>
<p><img class="aligncenter" src="http://christiano.blog.br/images/post/resumo_pppconfig.jpg" alt="" /></p>
<p>Finalmente é hora de testar a conexão, plugue o modem em seu <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:259880/tags:computador/format:box">computador<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>, fique monitorando via /var/log/messages se o dispositivo será reconhecido como unidade de disco. Se tudo der certo, dentro de uns 5 segundos vai aparecer no messages a mudança do dispositivo do disco para modem USB. Feito isso, basta digitar o comando <strong>pon claro</strong> e continuar monitorando se vai conectar com sucesso. No messages vai aparecer o momento em que a conexão for estabelecida e qual IP foi atribuído à sua conexão PPP.<strong> </strong></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">Essa foi a via crucis que segui para fazer o modem funcionar perfeitamente no meu Ubuntu, provavelmente a mesma técnica sirva para outras distribuições. Depois disso você pode criar um ícone em sua área de trabalho para fazer o pon claro automaticamente. Para desconectar, basta um <strong>poff claro</strong>.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">Uma dica: se por acaso não conseguir conexão, volte no pppconfig, edite a conexão claro, vá até o menu de opções avançadas e mude a string de inicialização de <strong>ATZ</strong> para apenas <strong>AT</strong>. Em vários outros artigos eu encontrei diversas strings, no meu caso funcionou apenas com a técnica explicada nesse post.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Alguns comentários sobre a conexão:</strong></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">Eu esperava mais em termos de performance, mas a conexão quebra o galho em lugares que não tem outra alternativa. Notei uma certa instabilidade, como ficar alguns minutos sem sinal algum, mas o sinal vai voltando e a performance melhorando em ciclos. Acredito que o serviço ainda é novo e a rede está passando por diversos upgrades, pelo menos ter uma conexão assim é melhor que nada em locais onde não há alternativas.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Atualização</strong></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">Se você usa ou planeja utilizar o Ubuntu 8.10 (Intrepid Ibex), as instruções são bem mais simples. Veja como configurar o <a href="http://christiano.blog.br/2008/10/16/zte-mf622-3g-no-ubuntu-intrepid-funciona-de-primeira/">ZTE NF622 no Ubuntu Intrepid</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Substituindo o NetworkManager pelo wicd</title>
		<link>http://christiano.me/2008/06/28/substituindo-o-networkmanager-pelo-wicd/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 08:47:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christiano Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ubuntu utiliza o NetworkManager para fazer todo o gerenciamento de conexões de rede, seja cabeada ou wi-fi. Infelizmente o aplicativo parece ser bastante instável principalmente ao configurar redes wi-fi. Muitas vezes eu perdi vários minutos até fazer o NetworkManager reconhecer uma determinada rede, principalmente as públicas e da rede VeX. Em outros casos, precisei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>O Ubuntu utiliza o NetworkManager para fazer todo o gerenciamento de conexões de rede, seja cabeada ou wi-fi. Infelizmente o aplicativo parece ser bastante instável principalmente ao configurar redes wi-fi. Muitas vezes eu perdi vários minutos até fazer o NetworkManager reconhecer uma determinada rede, principalmente as públicas e da rede VeX. Em outros casos, precisei fazer toda a configuração na mão, uma dor de cabeça, principalmente para usuários que não possuem muito conhecimento técnico ou que não têm muito tempo a perder.</p>
<p>Por indicação do <a href="http://www.eustaquiorangel.com/" target="_blank">TaQ</a>, conheci o <a href="http://wicd.sourceforge.net/" target="_blank">wicd</a>, uma ferramenta bastante simples, funcional e longe de ter todos os problemas do péssimo NetworkManager, a qual removi totalmente do meu notebook, substituindo pelo wicd. Estou bastante satisfeito com a ferramenta, uma tela bastante simples lista todos os hotspots encontrados, incluindo o tipo de autenticação e o método de criptografia necessário para cada um. É possível configurar uma conexão tanto via DHCP quanto utilizando IP estático e pelo menos para mim, funcionou de primeira em todas as tentativas de configuração, coisa que raramente acontecia com o NetworkManager. É possível definir servidores de DNS padrões onde eu optei por utilizar o <a href="http://christiano.blog.br/2008/06/10/opendns-um-otimo-dns-publico/" target="_blank">OpenDNS</a>.</p>
<p>O ponto negativo do wicd é que ainda não se encontra no repositório oficial do Ubuntu. É necessário adicionar uma linha no /etc/apt/sources.list para assim fazer a instalação. Nada muito complicado, mas na minha humilde opinião, esse pacote deveria ao menos existir no Ubuntu, já que é um aplicativo GPL.</p>
<p>A instalação pode ser feita da seguinte forma:</p>
<ol>
<li>Adicione no /etc/apt/sources.list a seguinte linha: <strong>deb http://apt.wicd.net hardy extras</strong></li>
<li>Digite <strong>aptitude update</strong> e depois <strong>aptitude install wicd</strong></li>
</ol>
<p>Detalhe importante: O wicd vai remover o NetworkManager. Se você utiliza algum applet no Gnome, talvez ele reclame no momento que o NetworkManager for removido. Mas basta reinicializar a máquina para que a mensagem não apareça mais. Depois basta entrar no wicd pelo menu de Aplicações, Internet e configurar sua rede wi-fi.</p>
<p>Mais informações: <a href="http://wicd.sourceforge.net" target="_blank">http://wicd.sourceforge.net</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Utilizando o Bazaar VCS</title>
		<link>http://christiano.me/2008/04/25/utilizando-o-bazaar-vcs/</link>
		<comments>http://christiano.me/2008/04/25/utilizando-o-bazaar-vcs/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 08:50:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christiano Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[python]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou utilizando o Bazaar VCS a algumas semanas, tanto para avaliar sua eficácia quanto para implementar em projetos que já estou trabalhando. Na minha atuação no Projeto GNU, sempre utilizei o CVS e acostumei com sua maneira de ser. Tinha coisas que não gostava, como o fato de ser apenas cliente servidor. Em outros projetos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Estou utilizando o <a href="http://bazaar-vcs.org/" target="_blank">Bazaar VCS</a> a algumas semanas, tanto para avaliar sua eficácia quanto para implementar em projetos que já estou trabalhando. Na minha atuação no <a href="http://www.gnu.org/" target="_blank">Projeto GNU</a>, sempre utilizei o <a href="http://savannah.nongnu.org/projects/cvs/" target="_blank">CVS</a> e acostumei com sua maneira de ser. Tinha coisas que não gostava, como o fato de ser apenas cliente servidor. Em outros projetos eu resolvi adotar o <a href="http://subversion.tigris.org/" target="_blank">Subversion (SVN)</a> e até então era meu sistema de controle de versão favorito.</p>
<p>Com o fato da distribuição <a href="http://www.ubuntu.com" target="_blank">Ubuntu</a> utilizar amplamente o Bazaar, fiquei bastante curioso em testá-lo e ver quais eram as principais diferenças com o SVN. Logo no início já gostei de alguns pontos, como:</p>
<ol>
<li>O Bazaar é todo feito em Python;</li>
<li>Tem o apoio da Canonical e é utilizado pelo Ubuntu no <a href="https://launchpad.net/" target="_blank">Launchpad</a>;</li>
<li>Possui praticamente todos os recursos do SVN e CVS, só que alguns pontos são melhores;</li>
<li>Pode ser utilizado no esquema cliente-servidor ou apenas localmente no seu projeto, sem precisar de servidor;</li>
<li>Possui vários plugins que facilitam o trabalho e administração de código;</li>
<li>É possível interagir facilmente com as libs Python e escrever suas próprias extensões;</li>
<li>É possível integrar o <a href="http://bazaar-vcs.org/TracBzr" target="_blank">Trac</a>;</li>
<li>Possui o <a href="http://bazaar-vcs.org/Olive" target="_blank">Olive</a>, um frontend gráfico para o Bazaar e fácil de mexer;</li>
<li>Ao usar remotamente, é possível escolher qual protocolo de transferência, como ssh, sftp, http, ftp, http, etc;</li>
<li>A maioria das distribuições já têm o pacote para o Bazaar, assim como plataformas Macintosh e Windows.</li>
</ol>
<p>Mas também tem alguns pontos negativos, como ainda não ter suporte para a maioria dos IDEs. Eu mesmo não consegui fazer o Emacs funcionar corretamente com o Bazaar, mas confesso que não testei todos os módulos elisp que encontrei na internet.</p>
<p>O seu uso é bastante simples, veja:</p>
<blockquote><p>anderson@yoda:~/tmp/teste$ touch arquivo1.txt<br />
anderson@yoda:~/tmp/teste$ touch arquivo2.txt<br />
anderson@yoda:~/tmp/teste$ touch arquivo3.txt<br />
anderson@yoda:~/tmp/teste$ bzr init<br />
anderson@yoda:~/tmp/teste$ bzr add<br />
added arquivo1.txt<br />
added arquivo2.txt<br />
added arquivo3.txt<br />
anderson@yoda:~/tmp/teste$ bzr commit -m &#8216;Primeiro import&#8217;<br />
Committing to: /home/anderson/tmp/teste/<br />
added arquivo1.txt<br />
added arquivo2.txt<br />
added arquivo3.txt</p>
<p>Committed revision 1.</p></blockquote>
<p>Explicando: Criei um diretório (teste), dentro dele criei 3 arquivos vazios. Dentro do diretório, dei um bzr init para criar o repositório, depois adicionei todo conteúdo do diretório (bzr add) e por último, um commit para registrar como primeiro import ao sistema de controle de versões.</p>
<p>Dessa forma é possível trabalhar localmente com um projeto e tê-lo dentro de um sistema de controle de versões. O resto é praticamente idêntico aos outros VCS, sempre que finalizar uma alteração basta dar um commit, veja:</p>
<blockquote><p>anderson@yoda:~/tmp/teste$ echo &#8220;Alteracao em um arquivo&#8221; &gt;&gt; arquivo1.txt<br />
anderson@yoda:~/tmp/teste$ bzr status<br />
modified:<br />
arquivo1.txt<br />
anderson@yoda:~/tmp/teste$ bzr diff arquivo1.txt<br />
=== modified file &#8216;arquivo1.txt&#8217;<br />
&#8212; arquivo1.txt        2008-04-24 23:05:14 +0000<br />
+++ arquivo1.txt        2008-04-24 23:09:51 +0000<br />
@@ -0,0 +1,1 @@<br />
+Alteracao em um arquivo</p></blockquote>
<p>E por último, um commit:</p>
<blockquote><p>anderson@yoda:~/tmp/teste$ bzr commit -m &#8220;Mudancas na estrutura do arquivo1.txt&#8221;<br />
Committing to: /home/anderson/tmp/teste/<br />
modified arquivo1.txt<br />
Committed revision 2.</p></blockquote>
<p>Veja o log de alterações:</p>
<blockquote><p>anderson@yoda:~/tmp/teste$ bzr log<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
revno: 2<br />
committer: Christiano Anderson &lt;anderson@gnu.org&gt;<br />
branch nick: teste<br />
timestamp: Thu 2008-04-24 20:10:24 -0300<br />
message:<br />
Mudancas na estrutura do arquivo1.txt<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
revno: 1<br />
committer: Christiano Anderson &lt;anderson@gnu.org&gt;<br />
branch nick: teste<br />
timestamp: Thu 2008-04-24 20:05:14 -0300<br />
message:<br />
Primeiro import</p></blockquote>
<p>Se quiser colocar o conteúdo desse repositório em algum servidor para que outras pessoas trabalhem, mas utilizando o sftp, basta:</p>
<blockquote><p>bzr push sftp://usuario@servidor/path/para/repositorio</p></blockquote>
<p>Depois para outras pessoas fazerem o checkout:</p>
<blockquote><p>bzr co sftp://usuario@servidor/path/para/repositorio</p></blockquote>
<p>e a partir daí trabalhar normamente com os bzr update e bzr commit para mandar novamente para o servidor. É possível também fazer commits offline de pois fazer um merge com o branch do servidor, para isso basta um</p>
<blockquote><p>bzr commit &#8211;local</p></blockquote>
<p>Fica a dica! <img src='http://christiano.me/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		</item>
		<item>
		<title>Ubuntu Hardy 8.04 &#8211; Primeiras Impressões</title>
		<link>http://christiano.me/2008/04/12/ubuntu-hardy-804-primeiras-impressoes/</link>
		<comments>http://christiano.me/2008/04/12/ubuntu-hardy-804-primeiras-impressoes/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 12 Apr 2008 14:03:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christiano Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://christiano.blog.br/?p=434</guid>
		<description><![CDATA[
Durante essa semana eu instalei o Ubuntu 8.04 em meu computador principal de trabalho. Não consegui aguentar o lançamento final que vai acontecer em 12 dias, segundo o contador oficial.
Fiz backup do meu $HOME, gravei o CD com a versão AMD64 (a arquitetura que utilizo) e iniciei a instalação. Logo no início, peguei um problema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: center;"><a href="http://christiano.blog.br/wp-content/uploads/2007/08/ubuntu.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-187" title="Ubuntu" src="http://christiano.blog.br/wp-content/uploads/2007/08/ubuntu.png" alt="" width="209" height="54" /></a></p>
<p>Durante essa semana eu instalei o Ubuntu 8.04 em meu computador principal de trabalho. Não consegui aguentar o lançamento final que vai acontecer em 12 dias, segundo o contador oficial.</p>
<p>Fiz backup do meu <em>$HOME</em>, gravei o CD com a versão AMD64 (a arquitetura que utilizo) e iniciei a instalação. Logo no início, peguei um problema com o Ubiquity, que é o instalador do Live-CD. Esse problema acontece apenas com teclados ABNT-2, faz com que o X seja reinicializado quando chega na tela de seleção do layout de teclado. Conversei com o <a href="http://blog.licio.eti.br/" target="_blank">Licio</a> a respeito que logo informou sobre a existência de um <a href="https://bugs.launchpad.net/ubuntu/+bug/207168" target="_blank">bug</a>. A solução é iniciar a instalação em inglês e no final fazer as alterações do layout do teclado e preferências do idioma para o português do Brasil já dentro do Gnome já instalado no HD. Provavelmente esse bug será corrigido no lançamento final.</p>
<p>Depois de aguardar a instalação, chegou a hora do primeiro boot. A tela de login GDM está com tema diferente, mais elegante. No Gnome, o tema também está com leves mudanças no visual, incluindo um papel de parede novo. O Gnome parece estar mais otimizado em seu consumo de memória, os aplicativos estão com as versões mais novas, como já era de se esperar, com destaque ao Firefox 3 (beta), o Prism que foi incluído nessa versão do Ubuntu, entre outros.</p>
<p>Encontrei por acaso um aplicativo bastante curioso, o BlueProximity. Funciona via bluetooth (sua máquina precisa ter placa bluetooth) mais ou menos assim: você deixa seu celular pareado com o aplicativo e ele fica o tempo todo verificando a presença do seu celular. Quando você sai do ambiente (e leva o celular junto), ele detecta sua ausência e automaticamente trava a tela com screensaver e senha. Quando você retorna para o ambiente (junto com seu celular) ele detecta sua presença e libera a tela para você continuar trabalhando.</p>
<p>De uma forma geral o novo Ubuntu está muito bom. Aplicativos mais novos e mais produtivos, a tradução está excelente (parabéns a quem ajudou a traduzir para o português do Brasil) e sem dúvidas o lançamento oficial está sendo bastante esperado, porque será uma versão LTS (<em>Long Time Support</em>), ou seja, terá seu suporte garantido por vários anos. Se você também não aguenta esperar o lançamento oficial, pode baixar a versão beta <a href="http://www.ubuntu.com/testing/hardy/beta" target="_blank">aqui</a>. Mas lembre-se, é versão beta, não instale em ambientes críticos (embora eu não tenha encontrado nenhum bug significativo, exceto do layout de teclado durante a instalação).</p>
<p>Compare preços de: <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=36&amp;lkout=1&amp;kw=LCD&amp;site_origem=4801260" target="_blank">Monitores LCD</a>, <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=6424&amp;lkout=1&amp;kw=EEEPc&amp;site_origem=4801260" target="_blank">Asus EEEPc</a>, <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=9674&amp;lkout=1&amp;site_origem=4801260" target="_blank">Smart Phones</a>, <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=52&amp;lkout=1&amp;site_origem=4801260" target="_blank">Cartões de Memória</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O Ubuntu está em todo lugar</title>
		<link>http://christiano.me/2008/04/03/o-ubuntu-esta-em-todo-lugar/</link>
		<comments>http://christiano.me/2008/04/03/o-ubuntu-esta-em-todo-lugar/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 11:41:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christiano Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://christiano.blog.br/?p=428</guid>
		<description><![CDATA[A cada dia que passa fica mais fácil comprovar o quanto o Ubuntu está crescendo e ganhando novos adeptos, até mesmo quem não é da área de tecnologia. A distribuição deixou de ser apenas &#8220;mais uma&#8221; e começou a ser destaque em vários jornais e revistas mundo afora.
Na Folha de São Paulo de ontem, no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>A cada dia que passa fica mais fácil comprovar o quanto o Ubuntu está crescendo e ganhando novos adeptos, até mesmo quem não é da área de tecnologia. A distribuição deixou de ser apenas &#8220;mais uma&#8221; e começou a ser destaque em vários jornais e revistas mundo afora.</p>
<p>Na Folha de São Paulo de ontem, no caderno de informática, uma matéria de página inteira sobre o evento <a href="http://cansecwest.com/" target="_blank">CanSecWest</a>, sobre segurança. Dentro desse evento havia um desafio, que seria invadir três notebooks com sistemas operacionais diferentes, são eles o Mac OS X, WIndows Vista e o Ubuntu representando o GNU/Linux. Cada sistema operacional foi instalado em sua última versão, com todos os patches de segurança aplicados. Como prêmio, o invasor ganharia a própria máquina que invadiu mais um valor em dinheiro entre 20 mil e 5 mil dollares dependendo da forma e dificuldade da técnica aplicada para invadir.</p>
<p>O primeiro destruído foi o Mac OS X, no segundo dia, o Windows Vista foi comprometido. E para surpresa de todos (para mim não é uma surpresa), o Ubuntu foi o que saiu intacto e ninguém conseguiu invadir.<br />
Com isso o Ubuntu ganhou destaque pela segunda semana seguida no caderno de informática da Folha.</p>
<p>O fato de estar ganhando destaque na mídia tradicional desperta o interesse de pessoas que não estão ligadas em tecnologia a conhecerem melhor essa distribuição. Já presenciei situações curiosas, principalmente quando estou usando meu notebook em locais públicos. Tenho um adesivo do Ubuntu colado na parte de trás do notebook e é bastante comum as pessoas se aproximarem e perguntar a respeito. Costumo ser bastante simpático, tirar todas as dúvidas possíveis e ainda presentear com um CD (daqueles que a Canonical envia) para que a pessoa tenha condições de experimentar o sistema por conta própria. Geralmente recebo e-mails com feedbacks positivos.</p>
<p>Já vi o Ubuntu sendo usado em lojas e empresas de diversos setores. Embora o uso ainda seja pequeno (comparando com o sistema operacional que monopoliza o mercado), o Ubuntu tem ganhado novos adeptos rapidamente.</p>
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		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Edição 11 da Full Circle Magazine disponível para download</title>
		<link>http://christiano.me/2008/03/31/edicao-11-da-full-circle-magazine-disponivel-para-download/</link>
		<comments>http://christiano.me/2008/03/31/edicao-11-da-full-circle-magazine-disponivel-para-download/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 08:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christiano Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://christiano.blog.br/2008/03/31/edicao-11-da-full-circle-magazine-disponivel-para-download/</guid>
		<description><![CDATA[
A 11ª edição da revista eletrônica gratuita da comunidade Ubuntu está disponível para download. Acabei de baixar e fazendo uma leitura superficial, está bastante interessante. A revista começa comparando o Ubuntu com o Linux Mint, que não deixa de ser uma variante do Ubuntu. Se você não conhece o Linux Mint, leia um ótimo relato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><img src="http://christiano.blog.br/wp-content/uploads/2007/08/fullcircle.png" alt="Full Circle" /></p>
<p>A 11ª edição da revista eletrônica gratuita da comunidade Ubuntu está <a href="http://fullcirclemagazine.org/issue-11/" target="_blank">disponível para download</a>. Acabei de baixar e fazendo uma leitura superficial, está bastante interessante. A revista começa comparando o Ubuntu com o Linux Mint, que não deixa de ser uma variante do Ubuntu. Se você não conhece o Linux Mint, leia um ótimo relato sobre ele <a href="http://hamacker.wordpress.com/2008/03/17/uma-palavrinha-sobre-o-linuxmint/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Depois de comparar os dois sistemas, a revista apresenta uma ótima matéria sobre criptografia, com o TrueCrypt, onde você pode proteger dados pessoais e confidenciais do olhar alheio, em caso de perda ou roubo de seu notebook.</p>
<p>Outra matéria que gostei de ver foi uma pequena introdução ao LaTeX, usando uma linguagem simples e cheio de exemplos para começar a usar essa excelente ferramenta.</p>
<p>Baixe a sua versão gratuitamente <a href="http://fullcirclemagazine.org/issue-11/" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>A nona edição da Full Circle Magazine está disponível para download</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jan 2008 21:37:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christiano Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[
Apesar do atraso, a nona edição da Full Circle Magazine está disponível para download.
Entre os destaques, um review do KDE 4.0, OpenGEU (uma variação do Ubuntu com Enlightenment), OpenLDAP e muito mais!
Para quem ainda não conhece, a Full Circle é uma revista eletrônica, livre (e gratuita) feita pela comunidade e usuários do Ubuntu.
Baixe seu exemplar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><img src="http://christiano.blog.br/wp-content/uploads/2007/08/fullcircle.png" alt="Full Circle" /></p>
<p>Apesar do atraso, a nona edição da Full Circle Magazine está disponível para download.</p>
<p>Entre os destaques, um review do KDE 4.0, OpenGEU (uma variação do Ubuntu com Enlightenment), OpenLDAP e muito mais!</p>
<p>Para quem ainda não conhece, a Full Circle é uma revista eletrônica, livre (e gratuita) feita pela comunidade e usuários do Ubuntu.</p>
<p>Baixe seu exemplar <a href="http://fullcirclemagazine.org/issue-9/" target="_blank">aqui</a>.</p>
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