
Contra a censura
Não posso deixar de participar da campanha contra o projeto de lei do Senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG). Esse projeto é totalmente insesato, tem por objetivo fazer de você, leitor desse blog um possível criminoso digital. Faço das palavras de Marcelo Tas e Sérgio Amadeu, duas figuras que defendem a liberdade, as minhas próprias palavras.
Se você também não concorda com esse projeto de lei, criado por um senador que tenta esconder seus diversos processos por uso de caixa dois em campanhas, assine esse manifesto contra o projeto de lei de Eduardo Azeredo
Estava pensando em escrever algo do tipo, quando vi o artigo no Br-Linux. Esse artigo foi muito bem escrito e caiu como uma luva com o que gostaria de publicar aqui. Natal geralmente é a época de encontrar a família e sempre tem aquele tio, tia ou até mesmo mãe e pai que pede para você, profissional de tecnologia, dar um jeito no computador dele.
No meu caso, minha mãe já utiliza GNU/Linux no computador dela — e gosta muito -
Sempre que posso eu explico sobre software livre para familiares e muitos estão aderindo. Quando notam a estabilidade e que podem ficar livres de problemas como virus, instabilidades, travamentos, mudam na hora. Minha mãe é feliz usuária de Ubuntu, qualquer dia desses vou tirar uma foto do computador (com ela utilizando) e publico aqui.
Feliz Natal a todos!!!
A notícia é muito boa e a transparência está começando a falar mais alto no governo federal. Depois de tanto tempo utilizando sistemas operacionais obscuros e proprietários, as urnas terão seu upgrade para sistemas GNU/Linux e aplicativos software livre. Isso já vai começar a valer para as próximas eleições municipais, no final do ano que vem.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2007/12/14/idgnoticia.2007-12-14.7421326619/
Foi reportado na Eweek e vários outros blogs e sites nacionais que o senador e candidado à presidências dos Estados Unidos, o Democrata Barack Obama, se mostrou interessado em adotar padrões de documentos livres como o ODF para disponibilizar documentos da administração pública.
Iniciativas de presidenciáveis como essa é uma declaração pura de compromisso para a população. Concentrar documentos importantes de governo em padrões proprietários, ficando refém de uma única empresa é algo muito questionável.
Uma boa referência sobre esse assunto pode ser encontrada aqui.

Trecho retirado do blog do Oliva:
Gisele reservou o auditório 136, da Engenharia Civil, na Escola Politécnica, campus Butantã da USP, embora ela seja professora na EACH. O endereço é Edifício Paula Souza, av Prof Almeida Prado, trav 2 nº 83, na Cidade Universitária, Poli-USP. Perfeito pra reaquecer as turbinas depois do feriadaço. Acho que eu mesmo vou sair cedo de Campinas pra estar lá! Qualquer dúvida, pergunta pra Gisele e depois me conta
http://www.fsf.org/events/20071121saopaulo/view
Farei o possível para ir, não percam!
Estou com um notebook Apple PowerPC G4, meio antiguinho, mas está me ajudando em algumas tarefas. O método que usei para fazer sua instalação foi bastante diferente, pois o notebook está com o driver de CD-ROM quebrado e sua interface de rede não está funcionando corretamente. O jeito foi instalar via wireless (mais detalhes aqui).
A primeira instalação foi com Debian e de um tempo para cá fiz algumas besteiras na máquina onde a instalação ficou um pouco ruim. Resolvi reinstalar usando Ubuntu 7.04 dessa vez. Embora no site do Ubuntu não tenha a opção de download do ISO para PowerPC, existe os pacotes compilados para essa arquitetura. As imagens para instalação do Feisty para PowerPC podem ser encontradas aqui.
Gnash
Depois de instalado o Ubuntu via netboot, fui dar os ajustes finais no sistema para ficar do jeito que gosto. Resolvi experimentar o Gnash, que nada mais é que uma alternativa livre ao Macromedia Flash Player (agora pertence à Adobe). A versão que vem no Feisty é 0.7.2, já um pouco defasada em recursos, perante a última versão disponível no site do Gnash. Mas é possível via sources.list habilitar o repositório de Backports e utiliza e ter acesso aos pacotes da versão 0.8.0 que tem suporte até a vídeos do Youtube. Lembrando que a Adobe só disponibiliza a versão de Flash para GNU/Linux em arquitetura x86, então se você utiliza outra arquitetura, o Gnash pode ser uma excelente alternativa, principalmente pelo fato de ser livre.
Lá fui eu habilitar o repositório de Backports do Ubuntu. Fiz a instalação, conforme abaixo:
sudo aptitude install mozilla-plugin-gnash
e logo em seguida estava com o plugin instalado e suas respectivas dependências. Fechei o Firefox e abri novamente para reconhecer o novo plugin e fiz alguns testes entrando em sites que possuem flash. O resultado foi satisfatório, embora ainda tem muito o que melhorar. Seu consumo de memória ainda é alto e o Firefox dá uma pequena travada ao acessar o Youtube. Os vídeos não ficam com uma qualidade perfeita, dá uns pulinhos, mas também é melhor que nada.
Em outros sites onde tem apenas alguns componentes flash, não tive problema algum. Foi possível navegar perfeitamente entre eles.
Resumindo: É uma ótima alternativa livre aos plugins proprietários, principalmente para quem utiliza GNU/Linux em uma arquitetura diferente da x86, como no meu caso que tenho um PowerPC e um AMD64. Ainda tem muito o que melhorar, mas acredito que o projeto vai atingir o nível de excelência em pouco tempo.

Acho que a maioria das pessoas (eu inclusive) não aguentam mais esse assunto. A Microsoft tentando enfiar goela abaixo seu padrão proprietário, sendo que já existe um livre e tecnicamente superior ao oferecido pelo monopólio. Estou torcendo para que a liberdade ganhe, ao que tudo indica essa é a tendência. Infelizmente o lobby é grande, algumas pessoas e empresas em todas as partes do mundo querem garantir o leite das crianças e votaram ou ainda vão votar a favor e pior é ouvir (ou ler) argumentos sem fundamentos.
Quem quer entender melhor o assunto, veja maiores informações aqui e você pode inclusive assinar uma petição online demonstrando sua escolha aqui.
Uma ótima notícia para agradar a tarde dos defensores da liberdade. O Brasil finalmente disse NÃO ao OOXML, padrão de documentos proprietário.
A notícia completa pode ser lida no blog do Avi, aproveito para deixar meu abraço a ele e a todas as pessoas que colaboraram com essa importante decisão que vai integrar as normas ABNT.
Uma matéria lida no BlogAjuda me fez pensar sobre a liberdade das pessoas fazerem o que quiser na internet, inclusive bloquear o acesso de pessoas que utilizam o navegador Firefox. Segundo a matéria, o Firefox possui um plugin chamado AdBlock Plus que bloqueia a exibição dos anúncios em um site e isso estaria fazendo os donos de site perderem dinheiro.
Um revoltado criou uma receita em JavaScript para bloquear os visitantes que utilizam Firefox, alegando que esse navegador é uma péssima alternativa para uma ‘internet livre’. O que será que ele quer dizer com internet livre? Como ele pode falar de liberdade sendo que não deixa as pessoas escolherem qual navegador utilizar? Isso para mim é muito contraditório.
Eu me esforço para desenvolver websites acessíveis de qualquer navegador, até mesmo dos navegadores em modo texto como Lynx. Mas também respeito a liberdade dos usuários em querer ver meus anúncios ou não. Fica a critério de cada um clicar ou não nos meus anúncios, bloquear ou não sua exibição.
Imagine se você não pudesse trocar o canal de sua televisão no início dos comerciais?
Não gosto do navegador Internet Explorer, o mesmo não respeita os padrões web, mas não é por isso que vou bloquear os usuários desse navegador a visitarem meu site. Falar de liberdade é um assunto muito complexo.
Acompanhe esse assunto visitando o post original feito no BlogAjuda, onde contém links diversos.

O navegador Mozilla Firefox obteve um ganho dramático em cima do Internet Explorer na Europa, chegando a mais 27,8% de market share ao redor dos países do leste Europeu, enquanto IE ficou com 66.5% junto com outros navegadores incluindo o Safari e Opera. Em alguns países como a Eslovênia, o uso do Firefox chega a 47,9%, ficando quase empatado com o IE. Na Finlândia, o uso chega a 45,%, enquanto Alemanha, Polônia, Hungria, República Checa, Eslováquia, Croácia e Irlanda o Firefox atingiu 40% de market share.
Países como Áustria, Grécia, Romênia, Bulgária, Estônia e Letônia, o índice chega a 30%, enquanto um grande aumento também foi registrado na França, Suécia e Suíça, em todos esses três países, o uso do navegador Firefox chega a 25% do market share.
Mais notícias em inglês:
http://mozillalinks.org/wp/2007/07/firefox-takes-28-market-share-in-europe/